Autor: Libertas

Coração

Olhar Interior, 08 de dezembro de 2013 Coração Este coração, que bate no meu, no seu, no nosso peito, necessita de carinho, cuidado e atenção. Ele pulsa dentro do nosso corpo a cada momento, sinalizando o bom e o ruim para nossa vida e saúde. Tratá-lo com carinho significa escutá-lo, ouvi-lo. Para isso, é necessário o silêncio – aquela quietude que nos faz ter consciência de tudo o que nos rodeia. Estar em contato com o coração remete à pureza, à busca da saúde e da integridade que nos aguardam para abraçar-nos, envolver-nos e tornar-nos dignos de nos considerar...

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Educar não é moldar uma mente. É libertá-la dos moldes.

Educar não é podar inteligências. Moldá-las, tolher a criatividade, amoldar a voz interior de cada um. Educar é fazer o outro mais preparado para ser, de fato, quem é. Como pais ou educadores, a nossa função vai muito além de transmitir um conteúdo determinado. Ela engloba o desafio de aceitar o outro (mesmo pequenino infante ou adolescente) como ser individual e único que lapidará dentro de si, ao seu modo, o conteúdo que lhe for transmitido. Esta belíssima animação: “Cloudy Lesson”, “Como fazer nuvens”, mostra-nos, de modo lúdico e belo, o quanto as possibilidades e a realidade pode ser adequada, criativa e inteligentemente, quando se percebe que até mesmo para “fazer nuvens” poderemos usar diversos “moldes”. Belíssimo! veja!! Nara Rúbia Ribeiro...

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Boaventura: procuram-se horizontes, urgente

POR BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS A barbárie pós-moderna alastra-se. Como alternativa, proporemos apenas a diversidade? Talvez as epistemologias do Sul — outras maneiras de pensar, sentir e conhecer — nos sugiram uma saída As oito pessoas mais ricas do mundo têm tanta riqueza quanto a metade mais pobre da população mundial (3,5 bilhões de pessoas). Destroem-se países (do Iraque ao Afeganistão, da Líbia à Síria, e as próximas vítimas tanto podem ser o Irã como a Coreia do Norte) em nome dos valores que deviam preservá-los e fazê-los prosperar, sejam eles os direitos humanos, a democracia ou o primado do direito internacional. Nunca se falou tanto da possibilidade de uma guerra nuclear. Os contribuintes norte-americanos pagaram milhões de dólares pela bomba não nuclear mais potente desde sempre, lançada contra túneis no Afeganistão construídos nos anos de 1980 com o próprio dinheiro deles, gerido pela CIA, para promover os radicais islâmicos em sua luta contra os ocupantes soviéticos do país, os mesmos radicais que agora são combatidos como terroristas. Enquanto isso, os norte-americanos perdem o acesso a cuidados de saúde e são levados a pensar que os seus males são causados por imigrantes latinos mais pobres que eles. Tal como os europeus são levados a pensar que o seu bem-estar está ameaçado por refugiados e não pelos interesses imperialistas que estão a forçar ao exílio tanta gente. Tal como os sul-africanos...

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Amor: o impossível… e uma nova suavidade.

Suely Rolnik.* O amor anda impossível? Que a família implodiu, já sabemos. Isso não é de hoje. Dela restou uma determinada figura de homem, uma determinada figura de mulher. Figura de uma célula conjugal. Mas esta vem se “desterritorializando” a passos de gigante. O capital inflacionou nosso jeito de amar: estamos inteiramente desfocados. Muitos são os caminhos que se esboçam a partir daí: do apego obsessivo às formas que o capital esvaziou (territórios artificialmente restaurados) à criação de outros territórios de desejo, topamos com inúmeros perigos, por vezes fatais. Em um dos extremos, é ao medo da desterritorialização que sucumbimos: nos enclausuramos na simbiose, nos intoxicamos de familialismo, nos anestesiamos a toda sensação de mundo, endurecemos. No outro extremo — quando já conseguimos não resistir à desterritorialização e, mergulhados em seu movimento, tornamo-nos pura intensidade, pura emoção de mundo —, um outro perigo nos espreita. Fatal agora pode ser o fascínio que a desterritorialização exerce sobre nós: ao invés de vivê-la como uma dimensão imprescindível da criação de territórios, nós a tomamos como uma finalidade em si mesma. E, inteiramente desprovidos de territórios, nos fragilizamos até desmanchar irremediavelmente. Entre esses dois extremos, ou essas diferentes maneiras de morrer, ensaiam-se desajeitadamente outros jeitos de viver. E todos esses vetores da experimentação coexistem, muitas vezes na vida de uma mesma pessoa. No primeiro caso, Penélopes e Ulisses — sobreviventes do naufrágio...

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